SISTEMAS DE NUMERAÇÃO

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A humanidade, cedo, teve necessidade de lidar com as quantidades. Numa disputa com quatro animais selvagens não é admissível que, após dominar três, o caçador relaxe, por não ter discernimento. Ele precisa saber que ainda há um último animal. O pastor de ovelhas não pode deixar de saber que seu rebanho tem ``n ovelhas'' e perder algumas por falha. O comerciante primitivo precisava dominar a arte de contar, somar, subtrair, multiplicar e dividir.

Para simplificar seu trabalho o homem primitivo apelou para marcas em pedaços de pau, saquinhos com pedras, uma para cada animal de seu rebanho, e naturalmente, ao que estava mais à mão: suas mãos. Está no uso das mãos o motivo de contarmos em grupos de dez (base 10) como egípcios, assírios e caldeus, gregos, romanos etc, ou em grupos de vinte (base 20) como os maias. Ainda hoje usamos grupos de doze (base 12) para contar.

Certamente um dos primeiros registros escritos pela humanidade tenha sido registro de quantidades. Devem ter sido traços numa pedra, pedaço de pau ou parede de caverna. Com o passar do tempo foram criados símbolos (algarismos) para um, dez, cem, mil, etc. em quase todas as civilizações antigas. Chamamos sistema de numeração à esses conjuntos de algarismos junto com as regras de funcionamento.



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Matias José Quadros Neto 2011-09-21