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Bom Dia!
11/2/2012 - 11:6:9
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SEM FRAMES
A
esfera é um sólido limitado por uma superfície curva de revolução
que tem todos os pontos igualmente distantes de um ponto interior
chamado centro. A superfície esférica é resultado da revolução
de uma semicircunferência em torno do diâmetro.
Toda
seção plana de uma esfera é um círculo cujo centro é a interseção
do plano secante com o diâmetro da esfera perpendicular a ele.
Se o plano passa pelo centro da esfera, a seção será um círculo
máximo; e nos demais casos, a cortará segundo um círculo menor,
podendo ser reduzido a um ponto no caso do plano ser tangente
à esfera.
A
superfície esférica pode ser considerada uma superfície de revolução
obtida do giro de uma semicircunferência em torno do diâmetro.
Considerando o eixo de giro r perpendicular ao plano horizontal,
todo círculo máximo que passar pelo eixo será um meridiano e o
círculo menor perpendicular a ele, um paralelo.
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ESFERA: SEÇÃO POR PLANOS
PARALELOS AO PV E PH |
A
seção que o plano a produz
na esfera será um paralelo por se tratar de um plano perpendicular
ao eixo. O centro do paralelo é a interseção do eixo com o plano.

A
seção que o plano a vertical
produz na esfera será um meridiano por se tratar de um plano que
passa pelo eixo.
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PROJEÇÕES DA ESFERA POR
PARALELOS |
PROCEDIMENTO
1.
Dividir o arco 1-8 (da vista frontal) em n partes iguais
(n=8).
2. Traçar na vista frontal os paralelos (linhas horizontais) passando
por cada divisão do arco 1-8.
3. Traçar linhas de chamada saindo de cada divisão do arco 1-8
da vista frontal e chegando até o raio 1-8 da vista superior.
4. Na vista superior traçar círculos concêntricos que passam pelas
divisões do raio 1-8.
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PROJEÇÕES NA ESFERA POR
MERIDIANOS |
PROCEDIMENTO
1.
Dividir as circunferências concêntricas da vista superior em (n
x 2) partes iguais, ou seja, 16 partes.
2. Trace um meridiano de cada vez.
3. Para traçar o meridiano 16 marque os pontos onde o raio corta
os círculos. Por esses pontos suba linhas de chamada uma de cada
vez.
4. Pelo círculo maior suba uma linha de chamada até o paralelo
8. Pelo círculo menor suba linha de chamada até o paralelo 1.
E assim por diante, suba as linhas de chamada dos pontos intermediários
até os paralelos correspondentes.
5. Assim que encontrar as projeções verticais desses pontos, trace
o meridiano 16 na vista frontal.
6. Idem para os outros meridianos.
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DESENVOLVIMENTO APROXIMADO DA SUPERFÍCIE
ESFÉRICA - MÉTODO DOS PARALELOS |
Este
método consiste em dividir a esfera em n meridianos e planificar
cada um.
1. Na vista superior marcar os pontos (vermelhos) onde os círculos
concêntricos cortam o raio.
2. Por esses pontos traçar linhas de chamada perpendiculares ao
lado do meridiano (charneira - lado do polígono de 16 lados).
3. Com o compasso, pegar a medida d na vista frontal e
transportá-la para o lado do meridiano (planificado). 4. Onde
o compasso cortar a linha de chamada que sai do primeiro ponto,
traçar paralela ao lado do polígono.
5. Repetir este processo 8 vezes até obter o meridiano planificado.
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DESENVOLVIMENTO
APROXIMADO DA SUPERFÍCIE ESFÉRICA - MÉTODO
DOS MERIDIANOS |
Este
método consiste em dividir a esfera em n paralelos e planificar
cada um.

1.
Na vista frontal, prolongar os lados do primeiro trapézio (paralelo)
formando o cone 8.
2. Prosseguir prolongando os lados dos outros trapézios até obter
os outros 7 cones.
3. Depois de obter todos os cones, planificar cada um e usar apenas
o tronco para construir a planificação.
Desenvolvimento
pelo método dos meridianos
Desenvolvimento
pelo método dos paralelos
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS |
ASENSI,
Fernando Izquierdo (1990). Geometria Descriptiva. Madrid:
Editorial Dossat, S.A. 597p.
ASENSI, Fernando Izquierdo (1990). Ejercicios de Geometría
Descriptiva. Madrid: Editorial Dossat, S.A. 505p.
MACHADO, Ardevan (1986). Geometria Descritiva. São Paulo: Projeto Editores Associados, 26° ed. 306 p.
MACHADO,
Ardevan. Desenho Aplicado à Engenharia e Arquitetura.
São Paulo.
PRÍNCIPE
Jr. Geometria Descritiva. V. 1 e 2.
Página
construída por Maria Bernadete Barison (Profa. do
Depto. de Mat-UEL). Versão para impressão construída por Junior Francisco Dias (aluno de Matemática - UEL).
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